12 de junho de 2008
11 de junho de 2008
Camião queimado em Castanheira do Ribatejo...
Camião queimado em Castanheira do Ribatejo, apedrejamentos no centro
Um camião do Pingo Doce apareceu em Castanheira do Ribatejo com a cabina completamente queimada, incidente que está a ser investigado pela GNR. Entretanto, a Brigada de Trânsito desta polícia deu conta de apedrejamentos a camiões durante a noite na A17, na zona de Cantanhede e Figueira da Foz.
Um camião de transporte de produtos da cadeia de supermercados Pingo Doce apareceu com a sua cabina completamente ardida na região de Castanheira do Ribatejo, no concelho de Vila Franca de Xira.
A GNR tomou conta da ocorrência, mas para já não adianta o que esteve por detrás deste acontecimento, uma vez que ainda espera a chegada de peritos para apurar as circunstâncias deste incidente.
Segundo informações apuradas pela TSF, este camião, que está numa zona de acesso à Vala do Carregado, fora da EN1, ardeu na noite de terça-feira.
Entretanto, fonte da Brigada de Trânsito deu conta de vários apedrejamentos durante a noite de terça-feira na A17, nos concelhos de Cantanhede e Figueira da Foz, sem que se tivessem registado feridos.
Uma fonte da Brigada de Trânsito de Coimbra confirmou que estes apedrejamentos ocorreram em zonas como a Tocha, Paião e Alhadas, tendo apenas sido registados danos materiais.
Um camião do Pingo Doce apareceu em Castanheira do Ribatejo com a cabina completamente queimada, incidente que está a ser investigado pela GNR. Entretanto, a Brigada de Trânsito desta polícia deu conta de apedrejamentos a camiões durante a noite na A17, na zona de Cantanhede e Figueira da Foz.
Um camião de transporte de produtos da cadeia de supermercados Pingo Doce apareceu com a sua cabina completamente ardida na região de Castanheira do Ribatejo, no concelho de Vila Franca de Xira.
A GNR tomou conta da ocorrência, mas para já não adianta o que esteve por detrás deste acontecimento, uma vez que ainda espera a chegada de peritos para apurar as circunstâncias deste incidente.
Segundo informações apuradas pela TSF, este camião, que está numa zona de acesso à Vala do Carregado, fora da EN1, ardeu na noite de terça-feira.
Entretanto, fonte da Brigada de Trânsito deu conta de vários apedrejamentos durante a noite de terça-feira na A17, nos concelhos de Cantanhede e Figueira da Foz, sem que se tivessem registado feridos.
Uma fonte da Brigada de Trânsito de Coimbra confirmou que estes apedrejamentos ocorreram em zonas como a Tocha, Paião e Alhadas, tendo apenas sido registados danos materiais.
Noticia, TSF
Acho que esta situação está a tomar proporções muito graves. A liberdade de cada um decidir está a ser posta em causa. Entendo o objectivo destas manifestações, mas penso que estão a ir longe demais. Apedrejamentos e incendiarem camiões não são soluções. Já houve até algumas mortes, devido a atropelamento. A vontade de alguns fazerem frente aos camiões resultou em morte. Agora existe falta de combustiveis. Há uma correria a todas as bombas, devido ao medo que termine os combustiveis. Há locais onde já não é possivel abastecer. As grandes companhias é que acabam por lucrar pois conseguem efectuar o bastecimento nas bombas. Vamos ver no que isto vai dar.
Para além disso, já foram destruidas enormes quantidades de leite e frango (até ao momento).
Assusta um pouco imaginar no que isto vai dar.
9 de junho de 2008
6 de junho de 2008
QUE GRANDE POVO... (muito interessante)
Ora Portugal tem, segundo o relatório, um sistema educativo horrível e que tem piorado com o tempo. O nível de formação dos portugueses é ridículo quando comparado com qualquer outro país sério. As crianças portuguesas revelam níveis de conhecimentos semelhantes às de países miseráveis. Há falta gritante de quadros qualificados. É evidente que, com educação como esta, Portugal não pode ter tido o desenvolvimento que teve. Um outro elemento muito referido nas análises é a liberdade económica e a estabilidade institucional. Portugal tem, tradicionalmente, um dos sectores públicos mais paternalista, interventor e instável do mundo, segundo a FRZ. Desde o "condicionamento industrial"salazarista às negociações com grupos económicos actuais, as empresas portuguesas vivem num clima de intensa discricionariedade, manipulação, burocracia e clientelismo. O sistema fiscal português é injusto, paralisante e está em crescimento explosivo. A regulamentação económica é arbitrária, omnipresente e bloqueante.
É óbvio que, com autoridades económicas deste calibre, diz o relatório, o crescimento português tinha de estar irremediavelmente condenado desde o início. O estudo da Fundação continua o rol de aselhices, deficiências e incapacidades da nossa economia. Da falta de sentido de mercado dos empresários e gestores à reduzida integração externa das empresas; da paralisia do sistema judicial à inoperância financeira; do sistema arcaico de distribuição à ausência de investigação em tecnologias. Em todos estes casos, e em muitos outros, a conclusão óbvia é sempre a mesma:
Portugal não pode ser um país em forte desenvolvimento.Os cientistas da Fundação não escondem a sua perplexidade.Citando as próprias palavras do texto:
"Como conseguiu Portugal, no meio de tanta asneira, tolice e desperdício, um tal nível de desenvolvimento?"
A resposta, simples, é que ninguém sabe.
Há anos que os intelectuais portugueses têm dito que o País está a ir por mau caminho. E estão carregados de razão. Só que, todos os anos, o País cresce mais um bocadinho. A única explicação adiantada pelo texto, mas que não é satisfatória, é a incrível capacidade de improvisação, engenho e "desenrascanço" do povo português. No meio de condições que, para qualquer outra sociedade, criariam o desastre, os portugueses conseguem desembrulhar-se de forma incrível e inexplicável.
O texto termina dizendo: "O que este povo não faria se tivesse uma estratégia certa?".
É óbvio que, com autoridades económicas deste calibre, diz o relatório, o crescimento português tinha de estar irremediavelmente condenado desde o início. O estudo da Fundação continua o rol de aselhices, deficiências e incapacidades da nossa economia. Da falta de sentido de mercado dos empresários e gestores à reduzida integração externa das empresas; da paralisia do sistema judicial à inoperância financeira; do sistema arcaico de distribuição à ausência de investigação em tecnologias. Em todos estes casos, e em muitos outros, a conclusão óbvia é sempre a mesma:
Portugal não pode ser um país em forte desenvolvimento.Os cientistas da Fundação não escondem a sua perplexidade.Citando as próprias palavras do texto:
"Como conseguiu Portugal, no meio de tanta asneira, tolice e desperdício, um tal nível de desenvolvimento?"
A resposta, simples, é que ninguém sabe.
Há anos que os intelectuais portugueses têm dito que o País está a ir por mau caminho. E estão carregados de razão. Só que, todos os anos, o País cresce mais um bocadinho. A única explicação adiantada pelo texto, mas que não é satisfatória, é a incrível capacidade de improvisação, engenho e "desenrascanço" do povo português. No meio de condições que, para qualquer outra sociedade, criariam o desastre, os portugueses conseguem desembrulhar-se de forma incrível e inexplicável.
O texto termina dizendo: "O que este povo não faria se tivesse uma estratégia certa?".
(recebi este texto por mail e achei muito interessante)
5 de junho de 2008
4 de junho de 2008
Grandes superficies com horários livres
Os pequenos comerciantes não abrem a determinadas horas, e muito menos ao domingo... e querem proibir as grandes superficies de abrir es. Estas grandes superficies deixaram de estar abertas ao domingo à tarde apesar de já o terem feito anteriormente. Está a tentar-se mudar isso novamente. Eu acho que as grandes superficies devem estar abertas ao domingo. Para muitas pessoas é o único dia que têm disponível para ir fazer as compras do mês... há quem trabalhe ao sábado!!! Além de que as coisas são mais baratas!! E temos que pensar na nossa carteira!!!

«Comerciantes prometem invadir Lisboa contra horários livres nas grandes superfícies
Representantes de comerciantes de todos os pontos do país vão reunir-se, esta quarta-feira, para decidir formas de luta contra a liberação dos horários das grandes superfícies comerciais e prometem manifestar-se em Lisboa contra o Governo.
Representantes de mais de uma centena de associações de comerciantes vão reunir-se, esta quarta-feira em Gondomar, para decidir formas de luta, no sentido de mostrarem o seu descontentamento ao Governo pela liberação dos horários nas grandes superfícies.
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Gondomar acusou o Executivo de beneficiar as grandes empresas e provocar um «descontentamento» junto das Pequenas e Médias Empresas (PME) «pela desconsideração» a que têm sido votadas.
«O pequeno e micro comércio está a ser completamente desbaratado pelas grandes superfícies», já que o Governo «tem apoiado e incentivado a proliferação» de centros comerciais, sublinhou Graciano Martinho.
O representante acrescentou que os comerciantes vão reunir «200 ou 300 camionetas» para se manifestarem em Lisboa, para além de colocarem «bandeiras ou panos pretos» nas montras em todo o país.
Graciano Martinho lembrou que no ano passado faliram 50 mil micro e pequenas empresas e adiantou que a previsão para 2008 aponta para a falência de 60 mil».
Jornal - Diário de Noticias
Representantes de comerciantes de todos os pontos do país vão reunir-se, esta quarta-feira, para decidir formas de luta contra a liberação dos horários das grandes superfícies comerciais e prometem manifestar-se em Lisboa contra o Governo.
Representantes de mais de uma centena de associações de comerciantes vão reunir-se, esta quarta-feira em Gondomar, para decidir formas de luta, no sentido de mostrarem o seu descontentamento ao Governo pela liberação dos horários nas grandes superfícies.
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Gondomar acusou o Executivo de beneficiar as grandes empresas e provocar um «descontentamento» junto das Pequenas e Médias Empresas (PME) «pela desconsideração» a que têm sido votadas.
«O pequeno e micro comércio está a ser completamente desbaratado pelas grandes superfícies», já que o Governo «tem apoiado e incentivado a proliferação» de centros comerciais, sublinhou Graciano Martinho.
O representante acrescentou que os comerciantes vão reunir «200 ou 300 camionetas» para se manifestarem em Lisboa, para além de colocarem «bandeiras ou panos pretos» nas montras em todo o país.
Graciano Martinho lembrou que no ano passado faliram 50 mil micro e pequenas empresas e adiantou que a previsão para 2008 aponta para a falência de 60 mil».
Jornal - Diário de Noticias
3 de junho de 2008
O meu trabalho... RVCC
Estou a fazer um trabalho intitulado «Portefólio Reflexivo de Aprendizagem», no âmbito do RVCC.
Estou a esforçar-me imenso para conseguir obter o 12º ano... espero conseguir alcançar o meu objectivo!!! Devo salientar que este projecto está a dar-me imenso trabalho, porque é enorme e requer uma grande disponibilidade de tempo. Muitas vezes chego a casa e tenho que «dar ao dedo» para o concluir atempadamente...
Estou a esforçar-me imenso para conseguir obter o 12º ano... espero conseguir alcançar o meu objectivo!!! Devo salientar que este projecto está a dar-me imenso trabalho, porque é enorme e requer uma grande disponibilidade de tempo. Muitas vezes chego a casa e tenho que «dar ao dedo» para o concluir atempadamente...
Obter o 12º é fundamental para a minha evolução e posso assim conseguir, com esforço, atingir novos patamares profissionais e pessoais...
«O saber não ocupa lugar», já diz o ditado... e não podia estar mais de acordo!!!
2 de junho de 2008
29 de maio de 2008
CONTRABANDO DE COMBUSTÍVEIS...
Vai ser lançada uma mega-operação de combate ao contrabando de combustíveis, isto depois de algumas petrolíferas terem dado conta de quebras suspeitas em alguns postos de venda. A confirmação foi dada pelo Ministério das Finanças à TSF.
O Ministério das Finanças confirmou o lançamento de uma mega-operação ao contrabando de combustíveis, depois de algumas petrolíferas terem dado conta de quebras suspeitas em alguns postos de venda.
O ministério esclareceu que esta operação vai ter como alvos principais os postos de venda localizados na fronteira e aqueles que mais vendas fazem.
Os fiscais vão cruzar a quantidade e o tipo de combustíveis vendidos com as guias de compras feitas às empresas petrolíferas.
Nesta mega-operação deverão participar agentes da Direcção-geral de Alfândegas, da Direcção-geral de Contribuições e Impostos, bem como da ASAE.
Noticia TSF - http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=922267
28 de maio de 2008
INDIANA JONES


Apenas vi a apresentação mas ainda não tive oportunidade de ver... mas estou com curiosidade de ver como ficou este filme após uma ausência tão longa...
26 de maio de 2008
TRIATLO...
Não pude deixar de colocar aqui os meus parabéns à Vanessa Fernandes que estabeleceu ontem um recorde de vinte vitórias consecutivas em Taças do Mundo de triatlo, ao vencer a etapa de Madrid (Espanha).
Link:
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=D108891E-F838-44F5-9611-9A95CBB06186&channelid=00000012-0000-0000-0000-000000000012
23 de maio de 2008
PRESIDENTE DA GALP NÃO SABIA...
A constante subida dos combustíveis no nosso país está a dar que falar... e muito...
Fala-se constantemente do boicote nos próximos dias 1, 2 e 3 de Junho... nada de abastecimentos!! Pensa-se que esta iniciativa vá prejudicar os postos de abastecimentos e consequentemente travar este constante aumento da subida dos preços...
Link:
21 de maio de 2008
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